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Advertências sobre o uso de Buspirona
O uso de BUSPAR em pacientes que estejam tomando um inibidor da monoamino oxidase (IMAO) pode apresentar perigo. Existem relatos da ocorrência de hipertensão arterial quando BUSPAR foi adicionado a uma terapia incluindo IMAO. Portanto, recomenda-se não usar o produto concomitantemente com um IMAO. BUSPAR não é recomendado para pacientes com história de crises convulsivas. Gerais Interferência no desempenho motor e cognitivo: estudos indicam que BUSPAR é menos sedativo que outros ansiolíticos não comprometendo significativamente o desempenho psicomotor. No entanto, seus efeitos no Sistema Nervoso Central (SNC) em algum paciente em particular, não podem ser previstos. Por esta razão, os pacientes deverão ser alertados quanto a dirigir veículos ou operar máquinas complexas, até que estejam razoavelmente seguros de que o tratamento com BUSPAR não os afeta adversamente. Embora estudos formais de interação de BUSPAR com álcool indiquem que BUSPAR não aumenta os danos induzidos pelo álcool na performance motora e mental, é prudente evitar o uso concomitante de álcool e BUSPAR. Potencial para reações de abstinência em pacientes dependentes de drogas sedativa/hipnótica/ansiolítica: BUSPAR não demonstra tolerância cruzada com benzodiazepínicos e outras drogas sedativas/hipnóticas comuns, e não bloqueará a síndrome de abstinência freqüentemente observada quando a terapia com estas drogas é suspensa. Portanto, antes de iniciar a terapia com BUSPAR, é aconselhável retirar estas drogas de forma gradual, especialmente naqueles pacientes que tenham utilizado cronicamente drogas depressoras do SNC. Efeito rebote ou síndrome de abstinência derivados de benzodiazepínicos e outras drogas hipnóticas/sedativas pode ocorrer dentro de períodos variáveis, dependendo em parte do tipo de droga e sua meia-vida efetiva de eliminação, e pode incluir qualquer combinação de irritabilidade, ansiedade, agitação, insônia, tremor, câimbras abdominais e musculares, vômito, sudorese, sintomas semelhantes à gripe sem febre, e ocasionalmente convulsões. Estudos de pós-comercialização controlados por placebo foram realizados para avaliar a segurança e eficácia em trocar o tratamento com um benzodiazepínico pela terapia com Buspirona sem um período para a retirada do benzodiazepínico/ período de eliminação. Resultados destes estudos e de estudos clínicos gerais de pós-comercialização demonstraram que, em pacientes nos quais um período de eliminação de benzodiazepínicos não for possível, a retirada gradual do benzodiazepínico pode ser superposta a uma terapia de Buspirona por algumas semanas em pacientes com ansiedade que requerem terapia continuada. Buspirona, não deve, entretanto, ser usado para desintoxicar pacientes dependentes de benzodiazepínicos. Toxicidade a longo prazo: a Buspirona pode se ligar a receptores centrais de serotonina e dopamina, além de elevar a atividade noradrenérgica, porém difere química e farmacologicamente de agentes tradicionais do SNC. Como o seu mecanismo de ação não foi totalmente elucidado, não se pode prever a toxicidade de longo prazo sobre o sistema nervoso central e outros sistemas orgânicos. Uso abusivo e dependência BUSPAR não tem demonstrado potencial para abuso e dependência à droga nos estudos realizados em animais e humanos. Dependência Após administração crônica em ratos, a suspensão repentina de BUSPAR não provocou perda de peso, comumente observada com substâncias que causam dependência física. Embora estudos tenham demonstrado que BUSPAR não está associado com dependência física ou comportamento de procura à droga, é difícil predizer, baseado em experimentos, a extensão na qual uma droga ativa no SNC poderá ser erroneamente usada, ter sua finalidade desviada e/ ou ser de uso abusivo uma vez comercializada. Portanto, os médicos deverão avaliar cuidadosamente os pacientes quanto à história de abuso a drogas e acompanhá-los de perto, observando sinais de uso errôneo ou abusivo de BUSPAR (por ex., desenvolvimento de tolerância, aumento da tosse. Comportamento de procura à droga). Uso com Álcool BUSPAR não aumenta significativamente os efeitos depressores do álcool. Em estudos especiais a capacidade psicomotora de indivíduos que ingeriram álcool e BUSPAR não foi significativamente diferente da capacidade de indivíduos que ingeriram álcool mais placebo. Em combinação com álcool, BUSPAR foi associado a danos significativamente menores na função psicomotora, do que o diazepam ou lorazepam com álcool. No entanto, é prudente evitar o uso concomitante de BUSPAR e álcool. Pacientes com Deficiência da Função Hepática ou Renal Sendo a Buspirona metabolizada pelo fígado e excretada pelos rins, a administração de BUSPAR não é recomendada a pacientes com insuficiência hepática ou renal graves. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
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Aqui você encontra a bula do medicamento Buspirona. Todas as informações sobre o medicamento Buspirona têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento com o medicamento Buspirona. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com o medicamento Buspirona devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.
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